Choose life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, Choose washing machines, cars, compact disc players, and electrical tin can openers. Choose good health, low cholesterol and dental insurance. Choose fixed-interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisure wear and matching luggage. Choose a three piece suit on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on a Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked-up brats you have spawned to replace yourself. Choose your future. Choose life . . . But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life: I chose something else. And the reasons? There are no reasons.

domingo, 25 de agosto de 2013

Escolhas

Ontem um amigo me perguntou "mas Lola, você realmente gosta de computação?". Eu me dei conta que não sabia responder. Uma das coisas que mais me frustram é a luta entre o que eu quero ser e o que eu realmente sou. É complicado você sonhar a vida inteira em ser algo específico e se dar conta que não é isso quando você já está tão perto dessa realização. É complicado descobrir que aquilo nem era você o tempo todo, ou nem mesmo saber. Talvez eu simplesmente nunca tenha descoberto quem eu era até hoje. Talvez eu nem saiba, ainda hoje. Na verdade, talvez eu nunca saiba.
Tudo o que eu sei é que me entristece não poder simplesmente fazer o que eu gostaria, ter essa necessidade de escolha tão cedo. Eu tenho apenas 19 anos, não consigo nem escolher a camiseta que vou usar no dia e tenho que saber o que farei pelo resto da minha vida.
Quando a pessoa que você foi no passado se choca com quem você é hoje. Quero escolher não escolher.

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