Choose life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, Choose washing machines, cars, compact disc players, and electrical tin can openers. Choose good health, low cholesterol and dental insurance. Choose fixed-interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisure wear and matching luggage. Choose a three piece suit on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on a Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked-up brats you have spawned to replace yourself. Choose your future. Choose life . . . But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life: I chose something else. And the reasons? There are no reasons.

terça-feira, 23 de julho de 2013

"When you grow up, your heart dies."

Aos 12, todos prometem a si mesmos que nunca crescerão, ou, pelo menos, que não se tornarão adultos chatos e amargurados. O que acontece com essa promessa? Normalmente, a vida acontece. A "sociedade" aponta o dedo na sua cara e te manda fazer escolhas. O nome deste blog e o texto que eu deixo fixado lá em cima falam disso: estude, tenha um emprego, case-se, tenha filhos, envelheça e morra sem nunca ter feito o que você realmente queria. Choose life. Nesse processo, a criança curiosa e facilmente impressionável, que se encanta com coisas simples tanto quanto com as extraordinárias, aquela pessoinha agarrada à ponta do pelo do coelho do universo, para poder vê-lo sem filtro, sem aquele monte de outros pelos tampando sua visão... acaba se perdendo. Seus pais, os adultos à sua volta, depositam em você suas frustrações, decepções e falta de esperança, ao mesmo tempo que você mesmo vai criando seus próprios motivos para não ver mais o encanto das coisas.
De repente, tudo depende de quanto dinheiro você pode ganhar, do quão grande é a casa que você pode comprar, quão bonita sua família é (não importa se seu filho tem baixa autoestima e problemas de diálogo com você). Todos dias você vai para o seu trabalho pensando como você odeia aquele lugar.

Salve sua criança. Se aquilo que dizem para você fazer for o que você realmente quer, pule de cabeça. Se não for, não se culpe por não atender às expectativas dos outros. Não deixe as pessoas ditarem como você deve viver a sua vida!

Deixo aqui meus 5 centavos.

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